Grupo Liberatos abre 5 vagas em 4 áreas

O Grupo Liberatos abriu cinco vagas de emprego, distribuídas por quatro áreas, no âmbito do reforço da sua equipa.

As oportunidades destinam-se a profissionais das seguintes áreas:

Pedreiro

Requisitos:

  • Idade: entre 25 a 35 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído.
  • Formação técnica: Construção civil será considerada uma vantagem.
  • Experiência profissional: Experiência mínima de 3 anos comprovada em obras de construção civil, incluindo alvenaria, assentamento de pisos e revestimentos, montagem de estruturas e coberturas
  • Conhecimentos técnicos:

Execução de alvenarias e acabamentos

Assentamento de pavimentos e revestimentos

Utilização adequada de ferramentas e equipamentos de trabalho.

  • Competências pessoais:

Responsabilidade, organização e disciplina

Capacidade de trabalho em equipa

Boa condição física e mental

Pontualidade e proatividade

  • Documentação obrigatória:

Curriculum Vitae actualizado

Cópia do Bilhete de Identidade

Certificados de habilitações literárias e/ou cursos técnicos

Mecânico

Requisitos

  • Idade: Entre 30 a 45 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído; formação técnica em mecânica será considerada uma vantagem
  • Experiência profissional: Experiência mínima de 3 anos comprovada na manutenção e reparação de viaturas ligeiras e pesadas
  • Conhecimentos técnicos:

Diagnóstico e reparação de motores a diesel e gasolina

Manutenção preventiva e correctiva de viaturas ligeiras e pesadas

Conhecimentos básicos de sistemas eléctricos e electrónicos

Utilização adequada de ferramentas e equipamentos de oficina

  • Competências pessoais:

Responsabilidade, organização e disciplina

Capacidade de trabalho em equipa

Boa condição física

Pontualidade e proatividade

Electromecânico

Requisitos

  • Idade: entre os 30 aos 40 anos
  • Experiência mínima comprovada de 3 anos na área de manutenção electromecânica.
  • Licenciatura ou curso técnico em Electromecânica, Mecatrónica, Engenharia Mecânica ou áreas afins.
  • Conhecimentos sólidos em sistemas eléctricos e mecânicos, leitura de esquemas e diagnóstico de avarias.
  • Capacidade de realizar manutenção preventiva e correctiva em equipamentos industriais.
  • Cumprimento rigoroso das normas de segurança e qualidade.

Competências desejadas:

  • Boa capacidade de trabalho em equipa.
  • Forte orientação para resultados e resolução de problemas.
  • Disponibilidade para actuar em diferentes áreas da manutenção.

Responsabilidades:

  • Executar manutenção preventiva e correctiva em equipamentos electromecânicos.
  • Diagnosticar e reparar falhas eléctricas e mecânicas.
  • Garantir o bom funcionamento dos sistemas e equipamentos da empresa.

Motorista de Pesados

Requisitos:

  • Idade: Entre 35 e 45 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído
  • Carta de condução: Categoria C ou superior, válida e actualizada
  • Experiência profissional: Mínimo de 3 anos comprovados como motorista de pesados
  • Conhecimentos adicionais:

Noções básicas de mecânica automóvel

Conhecimento das normas de trânsito e segurança rodoviária

  • Competências pessoais:

Responsabilidade e pontualidade

Boa condição física

Capacidade de trabalhar sob pressão e em longas jornadas

Espírito de equipa e disciplina
Disponibilidade: Imediata e para viagens interprovinciais

  • Documentação obrigatória:

Curriculum Vitae actualizado
Cópia do Bilhete de Identidade
Cópia da Carta de Condução
Certificados de habilitações literárias

Faça a sua candidatura aqui: https://liberatos.co.ao/candidatura-espontanea/ até dia 30 de abril.

Doenças Ocupacionais: riscos silenciosos que exigem acção imediata

O Vamos Falar de Saúde desta quarta-feira, esteve à conversa com o Director Provincial da Saúde da Huíla,Dr. Paulo Miguel Luvangamo, que, nesta edição, assumiu o papel de especialista em Medicina do Trabalho para abordar um tema de extrema relevância: as doenças ocupacionais.

Ao longo da sua intervenção, o especialista chamou a atenção para os riscos muitas vezes invisíveis que permeiam o ambiente laboral, classificando-os em quatro grandes grupos, que quando negligenciados, podem comprometer seriamente a saúde dos trabalhadores, são eles:

  • Riscos físicos
  • Riscos químicos
  • Riscos ergonómicos
  • Riscos biológicos

Mais do que identificar os perigos, o Dr. Paulo Luvangamo destacou a importância da prevenção como ferramenta essencial, sublinhando que a segurança no trabalho não depende apenas das instituições, mas também da consciência e do comportamento individual de cada colaborador.

Num momento de reflexão directa e incisiva, deixou um alerta claro aos ouvintes:

“A responsabilidade pela nossa saúde começa em nós. Esperar que outros cuidem dela por nós é, sem dúvida, uma das decisões mais perigosas que podemos tomar.”

Grupo Liberatos confirma estreia na Expo Huíla 2026 com foco em inovação e parcerias

Com uma visão estratégica voltada para a inovação e expansão, o Grupo Liberatos confirma a sua participação, pela primeira vez, na Expo Huíla, um dos maiores palcos de negócios da região sul do país.

O evento, que decorrerá de 19 a 23 de Agosto, no Complexo da Nossa Senhora do Monte, reúne empresas, empreendedores e instituições de diversos sectores, promovendo a partilha de experiências, oportunidades de investimento e o fortalecimento de parcerias.

Nesta edição, o Grupo Liberatos estará presente no stand 134, onde pretende apresentar os seus serviços, reforçar a sua presença no mercado e estabelecer novas ligações institucionais e comerciais, consolidando o seu posicionamento como uma organização orientada para soluções inovadoras e de impacto.

Saiba mais sobre a Expo Huíla aqui: https://aapcil.ao/#expo

Medicina do Trabalho em destaque no “Vamos Falar de Saúde”

Na edição desta quarta-feira, 8 de Abril de 2026, o programa “Vamos Falar de Saúde”, da Rádio Huíla, abordou o tema “A importância da Medicina do Trabalho”, no âmbito do Mês Azul e Verde, dedicado à sensibilização sobre o Autismo e à Segurança e Saúde no Trabalho. O convidado foi o Dr. Paulo Miguel Luvangamo, especialista na área.

Durante a entrevista, o especialista explicou que a Medicina do Trabalho tem como foco a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas com a actividade laboral. Destacou a necessidade de realização de exames médicos de admissão, avaliações periódicas e exames de saída, como forma de garantir a saúde dos trabalhadores ao longo do seu percurso profissional.

O convidado sublinhou ainda que as empresas que investem em prevenção e em condições adequadas de trabalho reduzem riscos e aumentam a produtividade, ao contrário daquelas que negligenciam estas práticas, ficando mais expostas a acidentes e doenças profissionais.

Um dos pontos de destaque foi a escassez de especialistas na província da Huíla, sendo actualmente o Dr. Luvangamo o único médico na área, situação que considera limitadora face às necessidades existentes.

A entrevista fez também referência ao Dia Mundial da Saúde, assinalado a 7 de Abril, com enfoque na importância da vacinação e nos avanços registados pelo país na saúde pública.

Grupo Liberatos ganha Concurso de Prestação de Serviços

Aos 2 de Abril de 2026, pelas 10h30, a empresa Liberatos Manuntec, Lda. procedeu à assinatura oficial de um contrato de prestação de serviços com o Gabinete Provincial da Saúde da Huíla, em cerimónia realizada em sessão reservada. O acto contou com a presença do Diretor do Gabinete, Sr. Paulo Miguel Luvangamo, e do representante da empresa, Sr. César de Oliveira Liberato.
O referido contrato resulta de um Concurso Limitado por Convite, no qual a Liberatos Manuntec, Lda. se distinguiu pelo rigoroso cumprimento de todos os requisitos exigidos, obtendo a pontuação máxima de 100 pontos.
O escopo fundamental do contrato consiste na Prestação de Serviços de Manutenção e Reparação de Veículos, Geradores e Aparelhos de Ar – Condicionado, considerados essenciais para assegurar o regular funcionamento das actividades do sector da Saúde na Província da Huíla.
Com esta adjudicação, a Liberatos Manuntec, Lda. reafirma o seu compromisso institucional em disponibilizar soluções técnicas de elevada qualidade e fiabilidade, contribuindo de forma significativa para a eficiência das Instituições Públicas e para o bem-estar da comunidade.

Vigilância Epidemiológica em destaque no “Vamos Falar de Saúde”

Num mês marcado pela conscientização, tanto o Autismo como a Segurança no Trabalho remetem para a importância da prevenção, da inclusão e do cuidado colectivo. É neste contexto que a vigilância em saúde se afirma como um pilar essencial, garantindo informação, resposta atempada e protecção das comunidades.

Nesta senda a Vigilância Epidemiológica esteve em destaque na primeira edição do “Vamos Falar de Saúde” de abril, realizada nesta quarta-feira.

O convidado foi o Supervisor Provincial da Vigilância Epidemiológica da Huíla, Sr. Leonardo Mungonena Isaías. Durante a conversa, o especialista explicou que a vigilância epidemiológica se baseia na recolha sistemática de dados de saúde, seguida da sua análise, interpretação e divulgação, permitindo a tomada de decisões rápidas e eficazes.

Foram destacadas diferentes modalidades do sistema, nomeadamente:

  • A vigilância passiva
  • A vigilância sentinela
  • A vigilância integrada de doenças e respostas

Segundo o responsável, estas abordagens permitem não só identificar precocemente surtos, mas também orientar respostas adequadas e informar a população.

Na província da Huíla, o sistema já apresenta uma estrutura organizada, com registos consistentes e forte envolvimento das comunidades. Agentes comunitários, coordenadores e responsáveis locais desempenham um papel activo na notificação e acompanhamento de casos, contribuindo para uma resposta mais eficiente aos desafios de saúde pública.

A edição reforçou a importância da participação de todos — instituições e cidadãos — na vigilância e prevenção de doenças, promovendo uma cultura de responsabilidade colectiva em prol da saúde.

Inspecção em Saúde: entre o controlo e a garantia da qualidade

A última edição do programa Vamos Falar de Saúde, que marcou o encerramento do Março Lilás, abordou o tema “A Responsabilidade da Inspecção”, com a participação da Inspectora-Chefe do Gabinete Provincial da Saúde, Lurdes Gaspar.

Durante a sua intervenção, a convidada explicou que a Inspecção é o órgão responsável por acompanhar e controlar o funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, através de inspecções, vistorias, auditorias e outros mecanismos, com o objectivo de garantir o cumprimento das normas e a qualidade dos serviços prestados à população.

Entre os principais desafios, destacou a falta de profissionais qualificados e a ausência do hábito de denúncia por parte dos cidadãos. As inspecções são realizadas de forma periódica, podendo também ocorrer sem aviso prévio, conforme as necessidades identificadas.

No último semestre, foram realizadas 11 inspecções em instituições públicas e 27 em privadas. Lurdes Gaspar reforçou que a responsabilidade pela qualidade dos serviços é colectiva, apelando ao envolvimento de todos os profissionais.

A responsável esclareceu ainda que a Inspecção está a cargo do Gabinete de Inspecção, enquanto a Fiscalização passou para as Administrações Locais, abrangendo o trabalho inspectivo todas as áreas hospitalares. No caso dos fármacos, o controlo inicia-se desde a importação até à sua distribuição.

A encerrar, incentivou a população a denunciar situações de irregularidade, garantindo que o Gabinete está disponível para dar resposta e melhorar os serviços de saúde.

Planeamento e Estatística: o motor silencioso que sustenta a saúde na Huíla

O programa Vamos Falar de Saúde desta quarta-feira, trouxe ao centro do debate um tema muitas vezes invisível, mas decisivo: os desafios do planeamento e da estatística no sector da saúde. A convidada, Dra. Elizabeth José, Chefe do Departamento de Planeamento, Estatística e Recursos Humanos do Gabinete Provincial da Saúde da Huíla, começou por enfatizar que por detrás de cada consulta, diagnóstico ou intervenção médica existe uma engrenagem complexa de gestão e organização. O departamento que lidera assume um papel estratégico, coordenando recursos humanos, património e a implementação de políticas públicas, numa ligação directa com a Direcção Provincial da Saúde.

Entre os principais desafios, destacou-se:

  • A escassez de profissionais qualificados
  • Elevado absentismo, particularmente nas zonas rurais

A dificuldade de fixação de quadros em áreas remotas continua a ser influenciada por factores culturais e pela limitada perspectiva de progressão na carreira. Como resposta, o Executivo tem reforçado incentivos, como subsídios de isolamento, para atrair e reter profissionais nessas regiões.

Num sinal de aposta no futuro, foi evidenciada a existência de um polo de especialização que serve as províncias da Huíla e Namibe, com 114 profissionais actualmente em formação em áreas cruciais como pediatria, saúde comunitária, especialidades médico-cirúrgicas e análises clínicas.

A nível de serviços, a província conta com 317 unidades de saúde, incluindo 6 hospitais provinciais, o que demonstra uma rede significativa, embora pressionada pela procura crescente.

A mensagem final foi clara: melhorar o sistema de saúde é uma responsabilidade partilhada. O utente deve assumir um papel activo, utilizando os canais de reclamação e diálogo disponíveis para contribuir na construção de serviços mais eficientes, humanizados e próximos das necessidades da população.

Antes da Obra: Liberatos alerta para decisões que fazem a diferença

A construção de uma casa começa muito antes do primeiro tijolo — começa com decisões. E decisões mal pensadas podem se transformar em dores de cabeça caras. Foi com esse espírito preventivo que mais uma edição da série “Educar com a Liberatos” foi ao ar, desta vez dedicada aos cuidados essenciais antes de iniciar uma obra.

No vídeo abaixo, descubra os principais cuidados a ter antes de iniciar uma obra.

Da Vigilância à Vacinação: O Papel da Saúde Pública na Protecção das Comunidades

Saúde pública é uma dessas engrenagens invisíveis que mantêm uma sociedade a funcionar. Quando tudo corre bem, quase ninguém repara. Quando falha, o impacto é imediato. Foi exactamente sobre esse bastidor da saúde colectiva que girou o programa “Vamos Falar de Saúde” desta semana, com a participação da Chefe do Departamento de Saúde Pública, Kama Sandra Chimuco.

No início da conversa, a responsável explicou que o Departamento de Saúde Pública trabalha numa dimensão muitas vezes menos visível da medicina: a saúde da comunidade como um todo. Em vez de tratar apenas o doente individual, o foco está em prevenir problemas antes que se transformem em crises. Para isso, o trabalho assenta em três pilares fundamentais:

1.Vigilância epidemiológica e monitorização das doenças

2.Promoção e prevenção da saúde junto das comunidades

3.Organização estratégica dos serviços de saúde.

    Um dos temas centrais abordados foi a situação da cólera. Segundo Kama Sandra Chimuco, o surto tem apresentado sinais de abrandamento, mas o estado de alerta deve ser mantido, destacou um dado positivo: o município do Lubango não registou novos casos recentemente. Ainda assim, reforçou que a ausência de casos não significa que os cuidados possam ser abandonados, já que a prevenção contínua é a melhor forma de evitar novos surtos.

    Outro ponto interessante da conversa foi o papel da comunicação na saúde pública. Em muitas comunidades, a barreira linguística dificultava a transmissão de mensagens de prevenção, sobretudo quando a informação era difundida apenas em língua portuguesa. Esse desafio foi sendo superado com a integração de especialistas em línguas nacionais nas equipas de saúde, permitindo que a informação chegue de forma clara e eficaz às populações e fortalecendo os sistemas locais de vigilância e detecção precoce de doenças.

    Durante o programa, falou-se ainda da vacinação antirrábica. No município do Lubango foram registados mais de 1.146 casos de ataques de animais, o maior índice da província. Apesar disso, todos os pacientes receberam assistência. A responsável orientou que, em caso de ataque, é fundamental procurar imediatamente uma unidade hospitalar e fornecer informações importantes, como o tipo de animal agressor e se o mesmo estava vacinado.

    Quanto à vacinação de rotina, a província encontra-se preparada para responder à procura. O apelo foi directo aos pais e encarregados de educação: cumprir rigorosamente o calendário de vacinação das crianças continua a ser uma das formas mais eficazes de proteger a saúde colectiva.

    No encerramento, Kama Sandra Chimuco reconheceu que o sector da saúde pública ainda enfrenta desafios, mas sublinhou que os avanços alcançados ao longo dos anos são significativos. Reafirmou, por isso, o compromisso de continuar a melhorar o atendimento, a vigilância e a resposta às necessidades de saúde em todas as unidades hospitalares da província.

    No fundo, a lógica da saúde pública é quase filosófica: pequenas acções repetidas por muitas pessoas produzem grandes efeitos na sociedade. Lavar as mãos, vacinar uma criança, armazenar água de forma segura — gestos simples que, somados, tornam uma comunidade inteira mais resistente às doenças.