O papel do médico de família na Via Verde do AVC

A última edição do programa “Vamos Falar de Saúde”, referente ao mês de abril, contou com a participação da Dra. Kama Sandra Chimuco. Numa abordagem clara e pedagógica, a especialista falou sobre o papel do médico de família na Via Verde do acidente vascular cerebral (AVC).

Compreender o AVC e os seus sinais

Durante a conversa, a médica começou por esclarecer o que é o AVC e quais são os seus principais tipos. Explicou que os sintomas se manifestam como alterações neurológicas agudas. Por isso, exigem rapidez e precisão na avaliação.

Além disso, destacou o uso de escalas clínicas específicas para diagnóstico. Nesse contexto, desmistificou a crença de que o AVC do lado esquerdo é sempre mais fatal. Segundo a especialista, trata-se de um mito sem base clínica.

Tempo de resposta e tratamento

Ao longo da emissão, os ouvintes colocaram questões relevantes. Entre elas, destacaram-se dúvidas sobre os métodos de tratamento, incluindo a possibilidade de cirurgia.

Por outro lado, abordou-se também a recuperação. A médica reforçou que o tempo de resposta é determinante. Ou seja, quanto mais rápida for a intervenção, maiores são as chances de recuperação.

Como funciona a Via Verde do AVC

Um dos pontos centrais foi a explicação da Via Verde do AVC. Trata-se de um sistema que começa na comunidade, com a identificação precoce dos sinais.

Em seguida, o doente é encaminhado para unidades hospitalares de referência. Nesses locais, recebe atendimento prioritário e especializado. Exames como a tomografia axial computarizada (TAC) permitem identificar o tipo de AVC e orientar o tratamento. Depois disso, o acompanhamento é feito por um neurologista.

Grupos de risco e novos desafios

A especialista destacou os principais grupos de risco. Entre eles estão os hipertensos, diabéticos descompensados, idosos e doentes com drepanocitose. Assim, reforçou a importância do controlo das doenças crónicas.

Entretanto, sobre o aumento de casos em jovens. Segundo explicou, este cenário está ligado a estilos de vida pouco saudáveis, uso de anabolizantes e consumo excessivo de bebidas energéticas.

O papel da família na recuperação

Outro ponto relevante foi o papel da família. Após a alta hospitalar, o apoio familiar é essencial para a reintegração do paciente.

Nesse sentido, a família deve promover inclusão, respeito e autonomia. Além disso, o fisioterapeuta desempenha um papel fundamental na recuperação funcional e na melhoria da qualidade de vida.

Situações específicas e mensagem final

A emissão abordou ainda casos específicos, como o AVC em mulheres grávidas. Nesses casos, cada situação deve ser avaliada de forma individual.

Por fim, mais do que uma conversa técnica, o programa reforçou a importância da rádio na educação em saúde. Assim, continua a levar informação vital às comunidades e a contribuir para a prevenção e salvamento de vidas.

Médico de Família: a primeira linha de defesa da saúde comunitária em destaque no “Vamos Falar de Saúde”

No mais recente episódio o programa “Vamos Falar de Saúde”, recebeu a Dra. Kama Sandra Chimuco, Chefe do Departamento de Saúde Pública, para uma reflexão aprofundada sobre “O papel do médico de família na comunidade”. A entrevista, transmitida também em directo nas páginas oficiais do Grupo Liberatos e da Rádio Huíla, destacou a relevância estratégica desta especialidade para o fortalecimento dos sistemas de saúde.

Uma abordagem que vai além da doença

Durante a conversa, a especialista reforçou que o médico de família não se limita ao tratamento de patologias isoladas. Trata-se de um profissional com uma visão integrada, que acompanha o paciente no seu contexto familiar, social e comunitário.

Segundo a Dra. Kama Sandra Chimuco, “o médico de família gere o processo saúde-doença considerando a dinâmica familiar, reconhecendo que o ambiente em que o indivíduo vive influencia directamente o seu estado de saúde”. Esta abordagem humanizada permite um cuidado mais próximo, contínuo e eficaz.

Impacto directo na qualidade de vida

Entre os principais contributos deste profissional, destacam-se:

  • Acompanhamento contínuo e personalizado, com definição de planos de cuidado ajustados à realidade de cada paciente;
  • Identificação precoce de riscos, permitindo intervenções antecipadas e mais eficazes;
  • Orientação e encaminhamento adequado, funcionando como porta de entrada para outros níveis de cuidados de saúde;
  • Fortalecimento do vínculo médico-paciente, essencial para adesão aos tratamentos e prevenção.

Prevenção como pilar do sistema de saúde

Um dos pontos mais relevantes abordados foi o impacto da medicina familiar na prevenção. Estima-se que cerca de 85% das condições de saúde possam ser influenciadas por intervenções ao nível da família e da comunidade, reforçando o papel deste profissional na promoção da saúde e na redução de doenças evitáveis.

Avanços e desafios em Angola

Angola tem registado progressos com a formação de novos especialistas em Medicina Familiar e Geral, um passo importante para a expansão dos cuidados primários. No entanto, persistem desafios estruturais e logísticos que exigem atenção, sobretudo para garantir uma cobertura mais abrangente e equitativa em todo o território nacional.

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Grupo Liberatos abre 5 vagas em 4 áreas

O Grupo Liberatos abriu cinco vagas de emprego, distribuídas por quatro áreas, no âmbito do reforço da sua equipa.

As oportunidades destinam-se a profissionais das seguintes áreas:

Pedreiro

Requisitos:

  • Idade: entre 25 a 35 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído.
  • Formação técnica: Construção civil será considerada uma vantagem.
  • Experiência profissional: Experiência mínima de 3 anos comprovada em obras de construção civil, incluindo alvenaria, assentamento de pisos e revestimentos, montagem de estruturas e coberturas
  • Conhecimentos técnicos:

Execução de alvenarias e acabamentos

Assentamento de pavimentos e revestimentos

Utilização adequada de ferramentas e equipamentos de trabalho.

  • Competências pessoais:

Responsabilidade, organização e disciplina

Capacidade de trabalho em equipa

Boa condição física e mental

Pontualidade e proatividade

  • Documentação obrigatória:

Curriculum Vitae actualizado

Cópia do Bilhete de Identidade

Certificados de habilitações literárias e/ou cursos técnicos

Mecânico

Requisitos

  • Idade: Entre 30 a 45 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído; formação técnica em mecânica será considerada uma vantagem
  • Experiência profissional: Experiência mínima de 3 anos comprovada na manutenção e reparação de viaturas ligeiras e pesadas
  • Conhecimentos técnicos:

Diagnóstico e reparação de motores a diesel e gasolina

Manutenção preventiva e correctiva de viaturas ligeiras e pesadas

Conhecimentos básicos de sistemas eléctricos e electrónicos

Utilização adequada de ferramentas e equipamentos de oficina

  • Competências pessoais:

Responsabilidade, organização e disciplina

Capacidade de trabalho em equipa

Boa condição física

Pontualidade e proatividade

Electromecânico

Requisitos

  • Idade: entre os 30 aos 40 anos
  • Experiência mínima comprovada de 3 anos na área de manutenção electromecânica.
  • Licenciatura ou curso técnico em Electromecânica, Mecatrónica, Engenharia Mecânica ou áreas afins.
  • Conhecimentos sólidos em sistemas eléctricos e mecânicos, leitura de esquemas e diagnóstico de avarias.
  • Capacidade de realizar manutenção preventiva e correctiva em equipamentos industriais.
  • Cumprimento rigoroso das normas de segurança e qualidade.

Competências desejadas:

  • Boa capacidade de trabalho em equipa.
  • Forte orientação para resultados e resolução de problemas.
  • Disponibilidade para actuar em diferentes áreas da manutenção.

Responsabilidades:

  • Executar manutenção preventiva e correctiva em equipamentos electromecânicos.
  • Diagnosticar e reparar falhas eléctricas e mecânicas.
  • Garantir o bom funcionamento dos sistemas e equipamentos da empresa.

Motorista de Pesados

Requisitos:

  • Idade: Entre 35 e 45 anos
  • Formação académica: Mínimo II Ciclo concluído
  • Carta de condução: Categoria C ou superior, válida e actualizada
  • Experiência profissional: Mínimo de 3 anos comprovados como motorista de pesados
  • Conhecimentos adicionais:

Noções básicas de mecânica automóvel

Conhecimento das normas de trânsito e segurança rodoviária

  • Competências pessoais:

Responsabilidade e pontualidade

Boa condição física

Capacidade de trabalhar sob pressão e em longas jornadas

Espírito de equipa e disciplina
Disponibilidade: Imediata e para viagens interprovinciais

  • Documentação obrigatória:

Curriculum Vitae actualizado
Cópia do Bilhete de Identidade
Cópia da Carta de Condução
Certificados de habilitações literárias

Faça a sua candidatura aqui: https://liberatos.co.ao/candidatura-espontanea/ até dia 30 de abril.

Doenças Ocupacionais: riscos silenciosos que exigem acção imediata

O Vamos Falar de Saúde desta quarta-feira, esteve à conversa com o Director Provincial da Saúde da Huíla,Dr. Paulo Miguel Luvangamo, que, nesta edição, assumiu o papel de especialista em Medicina do Trabalho para abordar um tema de extrema relevância: as doenças ocupacionais.

Ao longo da sua intervenção, o especialista chamou a atenção para os riscos muitas vezes invisíveis que permeiam o ambiente laboral, classificando-os em quatro grandes grupos, que quando negligenciados, podem comprometer seriamente a saúde dos trabalhadores, são eles:

  • Riscos físicos
  • Riscos químicos
  • Riscos ergonómicos
  • Riscos biológicos

Mais do que identificar os perigos, o Dr. Paulo Luvangamo destacou a importância da prevenção como ferramenta essencial, sublinhando que a segurança no trabalho não depende apenas das instituições, mas também da consciência e do comportamento individual de cada colaborador.

Num momento de reflexão directa e incisiva, deixou um alerta claro aos ouvintes:

“A responsabilidade pela nossa saúde começa em nós. Esperar que outros cuidem dela por nós é, sem dúvida, uma das decisões mais perigosas que podemos tomar.”

Grupo Liberatos confirma estreia na Expo Huíla 2026 com foco em inovação e parcerias

Com uma visão estratégica voltada para a inovação e expansão, o Grupo Liberatos confirma a sua participação, pela primeira vez, na Expo Huíla, um dos maiores palcos de negócios da região sul do país.

O evento, que decorrerá de 19 a 23 de Agosto, no Complexo da Nossa Senhora do Monte, reúne empresas, empreendedores e instituições de diversos sectores, promovendo a partilha de experiências, oportunidades de investimento e o fortalecimento de parcerias.

Nesta edição, o Grupo Liberatos estará presente no stand 134, onde pretende apresentar os seus serviços, reforçar a sua presença no mercado e estabelecer novas ligações institucionais e comerciais, consolidando o seu posicionamento como uma organização orientada para soluções inovadoras e de impacto.

Saiba mais sobre a Expo Huíla aqui: https://aapcil.ao/#expo

Medicina do Trabalho em destaque no “Vamos Falar de Saúde”

Na edição desta quarta-feira, 8 de Abril de 2026, o programa “Vamos Falar de Saúde”, da Rádio Huíla, abordou o tema “A importância da Medicina do Trabalho”, no âmbito do Mês Azul e Verde, dedicado à sensibilização sobre o Autismo e à Segurança e Saúde no Trabalho. O convidado foi o Dr. Paulo Miguel Luvangamo, especialista na área.

Durante a entrevista, o especialista explicou que a Medicina do Trabalho tem como foco a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas com a actividade laboral. Destacou a necessidade de realização de exames médicos de admissão, avaliações periódicas e exames de saída, como forma de garantir a saúde dos trabalhadores ao longo do seu percurso profissional.

O convidado sublinhou ainda que as empresas que investem em prevenção e em condições adequadas de trabalho reduzem riscos e aumentam a produtividade, ao contrário daquelas que negligenciam estas práticas, ficando mais expostas a acidentes e doenças profissionais.

Um dos pontos de destaque foi a escassez de especialistas na província da Huíla, sendo actualmente o Dr. Luvangamo o único médico na área, situação que considera limitadora face às necessidades existentes.

A entrevista fez também referência ao Dia Mundial da Saúde, assinalado a 7 de Abril, com enfoque na importância da vacinação e nos avanços registados pelo país na saúde pública.

Grupo Liberatos ganha Concurso de Prestação de Serviços

Aos 2 de Abril de 2026, pelas 10h30, a empresa Liberatos Manuntec, Lda. procedeu à assinatura oficial de um contrato de prestação de serviços com o Gabinete Provincial da Saúde da Huíla, em cerimónia realizada em sessão reservada. O acto contou com a presença do Diretor do Gabinete, Sr. Paulo Miguel Luvangamo, e do representante da empresa, Sr. César de Oliveira Liberato.
O referido contrato resulta de um Concurso Limitado por Convite, no qual a Liberatos Manuntec, Lda. se distinguiu pelo rigoroso cumprimento de todos os requisitos exigidos, obtendo a pontuação máxima de 100 pontos.
O escopo fundamental do contrato consiste na Prestação de Serviços de Manutenção e Reparação de Veículos, Geradores e Aparelhos de Ar – Condicionado, considerados essenciais para assegurar o regular funcionamento das actividades do sector da Saúde na Província da Huíla.
Com esta adjudicação, a Liberatos Manuntec, Lda. reafirma o seu compromisso institucional em disponibilizar soluções técnicas de elevada qualidade e fiabilidade, contribuindo de forma significativa para a eficiência das Instituições Públicas e para o bem-estar da comunidade.

Vigilância Epidemiológica em destaque no “Vamos Falar de Saúde”

Num mês marcado pela conscientização, tanto o Autismo como a Segurança no Trabalho remetem para a importância da prevenção, da inclusão e do cuidado colectivo. É neste contexto que a vigilância em saúde se afirma como um pilar essencial, garantindo informação, resposta atempada e protecção das comunidades.

Nesta senda a Vigilância Epidemiológica esteve em destaque na primeira edição do “Vamos Falar de Saúde” de abril, realizada nesta quarta-feira.

O convidado foi o Supervisor Provincial da Vigilância Epidemiológica da Huíla, Sr. Leonardo Mungonena Isaías. Durante a conversa, o especialista explicou que a vigilância epidemiológica se baseia na recolha sistemática de dados de saúde, seguida da sua análise, interpretação e divulgação, permitindo a tomada de decisões rápidas e eficazes.

Foram destacadas diferentes modalidades do sistema, nomeadamente:

  • A vigilância passiva
  • A vigilância sentinela
  • A vigilância integrada de doenças e respostas

Segundo o responsável, estas abordagens permitem não só identificar precocemente surtos, mas também orientar respostas adequadas e informar a população.

Na província da Huíla, o sistema já apresenta uma estrutura organizada, com registos consistentes e forte envolvimento das comunidades. Agentes comunitários, coordenadores e responsáveis locais desempenham um papel activo na notificação e acompanhamento de casos, contribuindo para uma resposta mais eficiente aos desafios de saúde pública.

A edição reforçou a importância da participação de todos — instituições e cidadãos — na vigilância e prevenção de doenças, promovendo uma cultura de responsabilidade colectiva em prol da saúde.

Inspecção em Saúde: entre o controlo e a garantia da qualidade

A última edição do programa Vamos Falar de Saúde, que marcou o encerramento do Março Lilás, abordou o tema “A Responsabilidade da Inspecção”, com a participação da Inspectora-Chefe do Gabinete Provincial da Saúde, Lurdes Gaspar.

Durante a sua intervenção, a convidada explicou que a Inspecção é o órgão responsável por acompanhar e controlar o funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, através de inspecções, vistorias, auditorias e outros mecanismos, com o objectivo de garantir o cumprimento das normas e a qualidade dos serviços prestados à população.

Entre os principais desafios, destacou a falta de profissionais qualificados e a ausência do hábito de denúncia por parte dos cidadãos. As inspecções são realizadas de forma periódica, podendo também ocorrer sem aviso prévio, conforme as necessidades identificadas.

No último semestre, foram realizadas 11 inspecções em instituições públicas e 27 em privadas. Lurdes Gaspar reforçou que a responsabilidade pela qualidade dos serviços é colectiva, apelando ao envolvimento de todos os profissionais.

A responsável esclareceu ainda que a Inspecção está a cargo do Gabinete de Inspecção, enquanto a Fiscalização passou para as Administrações Locais, abrangendo o trabalho inspectivo todas as áreas hospitalares. No caso dos fármacos, o controlo inicia-se desde a importação até à sua distribuição.

A encerrar, incentivou a população a denunciar situações de irregularidade, garantindo que o Gabinete está disponível para dar resposta e melhorar os serviços de saúde.

Planeamento e Estatística: o motor silencioso que sustenta a saúde na Huíla

O programa Vamos Falar de Saúde desta quarta-feira, trouxe ao centro do debate um tema muitas vezes invisível, mas decisivo: os desafios do planeamento e da estatística no sector da saúde. A convidada, Dra. Elizabeth José, Chefe do Departamento de Planeamento, Estatística e Recursos Humanos do Gabinete Provincial da Saúde da Huíla, começou por enfatizar que por detrás de cada consulta, diagnóstico ou intervenção médica existe uma engrenagem complexa de gestão e organização. O departamento que lidera assume um papel estratégico, coordenando recursos humanos, património e a implementação de políticas públicas, numa ligação directa com a Direcção Provincial da Saúde.

Entre os principais desafios, destacou-se:

  • A escassez de profissionais qualificados
  • Elevado absentismo, particularmente nas zonas rurais

A dificuldade de fixação de quadros em áreas remotas continua a ser influenciada por factores culturais e pela limitada perspectiva de progressão na carreira. Como resposta, o Executivo tem reforçado incentivos, como subsídios de isolamento, para atrair e reter profissionais nessas regiões.

Num sinal de aposta no futuro, foi evidenciada a existência de um polo de especialização que serve as províncias da Huíla e Namibe, com 114 profissionais actualmente em formação em áreas cruciais como pediatria, saúde comunitária, especialidades médico-cirúrgicas e análises clínicas.

A nível de serviços, a província conta com 317 unidades de saúde, incluindo 6 hospitais provinciais, o que demonstra uma rede significativa, embora pressionada pela procura crescente.

A mensagem final foi clara: melhorar o sistema de saúde é uma responsabilidade partilhada. O utente deve assumir um papel activo, utilizando os canais de reclamação e diálogo disponíveis para contribuir na construção de serviços mais eficientes, humanizados e próximos das necessidades da população.